Portaria autônoma para condomínios
O condomínio funciona sem porteiro fixo na guarita. Moradores entram com credencial, visitantes são atendidos pelo morador no celular e o síndico acompanha tudo pelo sistema. A Yellen projeta, instala e mantém; a operação fica com o condomínio.
Componentes do sistema
Moradores
Reconhecimento facial nas portas de pedestres e tag ou leitura de placa no portão de veículos.
Visitantes
Totem com chamada de vídeo para a unidade ou convite com QR Code enviado antes da visita.
Entregas
Fluxo definido para entregadores: eclusa, guarda-volumes ou armário inteligente, conforme o condomínio.
Prestadores de serviço
Cadastro com dias e horários permitidos e data de validade do acesso.
Eclusas
Dois portões com intertravamento impedem que alguém entre junto com um morador.
Câmeras e registros
Cada liberação fica gravada com imagem, horário e quem autorizou.
O condomínio no controle
Quem atende o visitante é o próprio morador, pelo app Yellen. Cadastros, regras de acesso e relatórios ficam com o síndico e a administração, sem intermediários.
A Yellen cuida do projeto, da instalação, do treinamento, do suporte técnico e da manutenção.
Como fazemos a transição
A mudança costuma acontecer por etapas: instalação dos equipamentos, cadastro dos moradores, um período em que porteiro e sistema funcionam juntos e, por fim, a operação autônoma.
Dúvidas sobre portaria autônoma
E se o morador não tiver smartphone?
Ele entra por reconhecimento facial ou tag e pode atender visitantes por um interfone instalado na unidade.
Quem atende quando o morador não responde?
O condomínio define um contato alternativo, como a zeladoria ou outro morador autorizado da unidade.
A mudança precisa ser aprovada em assembleia?
Em geral, sim, porque muda a rotina e o contrato de portaria. Podemos apresentar o projeto aos condôminos.